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Escrito por . às 08h29
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   Advogado é condenado a pena de mais de 19 anos ao fazer a própria defesa

O advogado Miguel Luiz Farias Lopes, 56 de idade - que fez a própria defesa, ontem, no Tribunal do Júri, em Novo Hamburgo (RS) - foi condenado a 19 anos, três meses e 15 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado. O julgamento durou dez horas e meia.

Lopes, que respondia ao processo em liberdade, foi preso imediatamente após o julgamento. Depois de realizar exames médicos e físicos, ele foi levado ao Presídio Central de Porto Alegre, para recolhimento a uma cela isolada.

Familiares dele anunciaram, ainda ontem, que vão pedir a intervenção da OAB-RS para que ele seja, desde logo, transferido para dependências de um quartel da Brigada Militar - enquanto aguarda o desfecho de um habeas corpus que lhe permita aguardar o tramitar do recurso em liberdade.

O advogado foi acusado de ter mandado matar Elisabete da Silva Carvalho, 36 de idade. A denúncia e a condenação foram por homicídio qualificado por motivo torpe (vantagem financeira) e por ocultação de cadáver.

Elisabete desapareceu em 9 de dezembro de 1999. Seu corpo foi encontrado cinco dias depois, com dois tiros no peito, no interior do Município de Lajeado, no Vale do Taquari. Os executores do crime não foram identificados.

fonte: espacovital.com.br


Escrito por . às 08h28
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Bizarra a decisão do juiz da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel (PR) de suspender a audiência porque o reclamante usava sandálias de dedo!

Será que Sua Excelência vive isolado da realidade social? Porventura, o meritíssimo, ao sair às ruas, nunca observou que aqueles, dos quais é recolhido enorme montante tributário para custear o funcionamento da máquina estatal - de onde provém seus vencimentos - calçam sandálias de dedos?

Por acaso, o doutor não tem observado que uma grande empresa nacional, fabricante deste "calçado incompatível com a dignidade do Poder Judiciário", a cada dia, investe mais e mais, a fim de que a imagem do seu produto seja reconhecida internacionalmente?

A meu ver, o magistrado perdeu uma ótima oportunidade para praticar aquele maravilhoso minuto de silêncio.

Como simples estudante, fiquei decepcionado com a capacidade de um operador do Direito tomar tal medida, que jamais será exemplar para os padrões de quem tanto deve ter-se aprofundado nas Ciências Sociais antes de chegar a ocupar tão brilhante cargo.

O merítíssimo merece sinceros pêsames!

Devemos cobrar dignidade, decoro, e outros atributos mais aos nossos pares. Jamais cobrar aquilo que talvez aquele semelhante não teve o privilégio de ter tido acesso.

 

Artigo escrito por Miguel Godinho Bastida

 



Escrito por Escrito por Julio às 14h19
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Categoria: Objeto de Desejo
Escrito por julio.jco às 11h17
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